Dealer ou crupiê é o profissional de cassinos ou salas de poker, responsável pelo andamento de uma mesa de jogo. Ele controla as apostas, mantém a integridade da disputa e fidelidade às regras. No Brasil existem diversas oportunidades de trabalho para esses profissionais, seja em um dos clubes de poker espalhados pelo país, ou através de empresas de cruzeiros que contratam dealers para os cassinos de seus navios.
Visando formar profissionais para este mercado, surge a primeira escola especializada no Brasil. Se você gosta de poker e está pensando em mudar de profissão, esse é um bom momento. A sorte está lançada.
#vaila
Dealer Pro
R: Lavradio, 73 – Barra Funda - São Paulo, SP
Telefone: (11) 3479-1067
www.dealerpro.com.br
O Respect Art pode ser entendido como um gerenciador de coletivos. A idéia surgiu do publicitário Ricardo Almeida que busca inserir no circuito comercial trabalhos que são bastante alternativos. O coletivo Ilha, por exemplo, utiliza lixo eletrônico para criar toy art. Tive a oportunidade de gravar com eles em uma oficina realizada no Catavento Cultural e o resultado da criatividade e paciência dos rapazes, você pode ver na videorreportagem.
#saibamais
www.respect.art.br
Em Nova York os sonhos se realizam e é preciso registrar as sensações com fotos e vídeos. Por essas e outras, eu e o Duca Mendes levamos até câmera de supermercado para a Big Apple e gravamos sem roteiros nossos passeios.
Neste primeiro vídeo a gente faz um tour no Times Square, Broadway e Central Park. Sabemos que existem milhares de vídeos e reportagens sobre esses lugares mas ainda assim insistimos por acreditar que o olhar autoral e a essência intimista deste tipo de videorreportagem possa proporcionar uma experiência nova.
Usamos uma simpática Bloogie e uma cybershoot da Sony em alguns momentos. A maioria das imagens foram feitas com a 60D e a T2i, da Canon. Lentes básicas, 50mm sempre! Assista, comente, inspire-se e compre suas passagens para NYC o mais rápido possível.
Conheço o Fabio Stachi de outros carnavais. Não da época de fotolog, mas ele é amigo antigo do flickr. Seus posts indicam o olhar precioso de um fotógrafo que não se comove com belos editoriais e, nos últimos três anos, ele procura pelos piores cenários que você pode imaginar. Lugares sujos, abandonados, sem segurança, sem luz, escalafabéticos eu diria, essas são as locações perfeitas para um ensaio que ele não tem pressa de acabar.
Digo isso porque acompanhei um dos seus trabalhos com a modelo-namorada Patrícia Costa. Aliás, foi por causa dela que Stachi entortou, no melhor sentido da palavra, claro. Foi idéia da Patrícia fotografar pela primeira vez em um prédio abandonado, depois disso eles não pararam mais. Manicômio fechado, escola as traças e até uma unidade desativada da Febem já serviram como cenários do casal. Patrícia se revela em poses bastante instigantes e há um contraste da beleza quase angelical da namora-modelo com os lugares decadentes onde eles fotografam.
As primeiras imagens que vi desse tipo de trabalho realizado por este casal tão absurdamente talentoso, pensei: Ele é o nosso Robert Polidori da desordem humana! Isso porque o Polidori retrata o caos social de uma forma grande, o Stachi evidencia o caos pessoal, de maneira bem intimista. Gosto da referência pictórica que esses fotógrafos conseguem revelar, verdadeiras obras de arte que nos causam vertigens.
Para fazer essa videorreportagem eu tive ajuda do Duca Mendes, que fez imagens de apoio durante as entrevistas e outras tantas belíssimas nos bastidores do ensaio. Usamos as seguintes câmeras: Canon 60D, Canon T2i e Sony A1. Provavelmente você vai se impressionar com as imagens das HDSLRs, que são as Canon. Usei a A1 somente nas sonoras da Patricia sentada e do Fabio encostado na parede e reforço: e errei nessa decisão. Gostaria de ter usado a 60D nas entrevistas mas eu ainda estava receosa quanto ao áudio dela, mesmo utilizando o lapela ou o Rode. Estou tirando minhas provas aos poucos com relação a melhor qualidade para captação do som com essas câmeras e farei um post falando só sobre isso.
Arrisquei duas sonoras com o áudio da própria 60D, vale dizer que não tinha barulho no local e mesmo assim deixa bastante a desejar. Reparem no vídeo, a primeira é a cena do casal sentado na cama e eu estou gravando atrás da grade da janela e a segunda cena é quando a Patrícia fala sobre a questão da sensualidade nas fotos, no final. Conclusão: se você precisar muito de uma sonora e não tiver nenhum mic por perto, ela aguenta MAS o lugar precisa ser silencioso.
O microfone direcional de mão me incomoda muito na composição da fotografia de uma matéria como essa. Também admito que se tivesse usado o lapela, ficaria muito melhor. Vejam outro erro que cometi no posicionamento do Fabio, na parte em que estamos fora da casa, ele está encostado na parede e seu olhar deveria apontar para o lado direito (e detalhe: mesmo assim eu não teria gostado, o ideal seria pensar outro lugar). Eu o coloquei próximo a parede, obviamente eu estava do lado esquerdo da câmera, é onde videorrepórter sempre está por causa do LCD, e ele olhou para mim, o que é absolutamente certo. Diante dessa cena, prestem atenção no vácuo que ficou do lado direito. No calor da gravina, não acertei nesse momento.
Por outro lado acredito que conseguimos trabalhar bem durante toda a videorreportagem. O casal foi muito paciente, tivemos liberdade para errar e acertar. E no final, acho que acertamos bastante.
Ah, e claro, para ver mais fotos do Fábio e da Patricia, é só visitar o flickr deles: www.flickr.com/fabiostachi e www.flickr.com/patriciacosta. Curtam!