Pelo terceiro ano, as ruas de São Paulo foram a passarela do Fashion Mob. A passeata fashion organizada pela Casa de Criadores apresenta ao público trabalhos de novos estilistas e revela talentos da moda. A proposta do evento é democrática, qualquer pessoa pode participar.
Gravei para a Tv Bandeirantes a primeira e a segunda edição como videorrepórter. Neste ano, eu e o Duca Mendes fizemos pela Seiseum e decidimos experimentar uma linguagem diferente do que realizamos nos anos anteriores. Decidimos focar na narrativa construída através das imagens sem sonoras e optamos por usar lettering que reforçam algumas informações do evento.
Se você está em busca de um evento para exercitar o olhar, anote na sua agenda: a quarta edição do Fashion Mob deve acontecer em dezembro de 2012.
O Paribar é um lugar cheio de histórias da boemia de São Paulo e quando soube que ia rolar um bazar de discos em pleno domingão por lá, logo pensei: é o programa perfeito! Você pede “um chopps e dois pastél” alá paulistanês e segue firme no garimpo daquele vinil para completar sua coleção. Encontrei o China e o Mário Bortolotto, além disso, soube que Che Guevara e Mick Jagger já bebericaram naquelas mesas. Então, já deu pra sacar que o lugar é muitíssimo bem frequentado.
#vaila
Paribar
Praça Dom José Gaspar, 42 – República / São Paulo
#saibamais
www.facebook.com/event.php?eid=190740280982219
Para lembrar os velhos tempos a Associação Brasileira de Preservação Ferroviária Regional São Paulo oferece ao público um passeio cultural de Maria Fumaça. É incrível como os funcionários adoram o que fazem e contam histórias da época da Railway com brilho nos olhos. O Anderson é chefe de trem e me acompanhou durante as gravações pelo lugar. Além do trajeto, passamos pelo depósito de trens onde são realizados os restauros das máquinas que em breve poderão ser utilizadas em outros passeios como este. O dinheiro arrecadado com a venda dos bilhetes do passeio cultural é destinado ao trabalho de restauração das máquinas, além disso, a associação não tem mais nenhuma ajuda de custo, o que torna o processo dos restauros difícil e demorado.
A locomotiva que percorre o trecho que pertencia ao Ramal Ferroviário dos Imigrantes opera aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 16h; saindo da Parada da Rua Visconde de Paranaíba, 1253 (Oficina de Roosevelt). Os horários de partida dos passeios são, em média, a cada uma hora, sendo a duração aproximada de 25 minutos.
#vaila
Parada da Rua Visconde de Paranaíba, 1253 / São Paulo
As câmeras HDSLRs me aproximaram da produção cinematográfica e facilitaram (muito!) o modo de fazer documentários. A relação com o personagem, o clima intimista, a agilidade são conquistas das DVs. A qualidade técnica e cinematográfica é mérito das HDSLRs. Trata-se de um conjunto de fatores que só quem está por trás das câmeras sabe.
Para fazer este webdoc eu e o Duca Mendes utilizamos pouca coisa: 1 Canon T2i, 1 Canon 60D, 1 lente Canon 50mm 1.8, 1 lente Canon 18-55mm 3.5, 1 mic Rode Ntg2. Ou seja, não teve parafernálias e essa lista é bem barata. Fomos a essa manifestação com a intenção de exercitar o nosso olhar, de descobrir como é produzir um registro documental em um lugar que nos proporciona o que mais gostamos de registrar: pessoas.
Na minha bagagem, carrego quatro documentários feitos com baixíssimos orçamentos, realizados através de leis de incentivo a cultura. São curtas que me deram muitas alegrias em festivais de cinema no Brasil, nos EUA e na Europa. Trabalhei sozinha no processo de captação, reportagem, roteiro e edição, segui um estilo que donominei “videorreportagem documental”. MAS durante as gravações sentia o peso do vídeo e isso me incomodava. Em 2009 tudo mudou. Com as HDSLRs, meu mundo de produção audiovisual mudou. Percebam a diferença.