Fashionfilm do Fashion Mob

Pelo terceiro ano, as ruas de São Paulo foram a passarela do Fashion Mob. A passeata fashion organizada pela Casa de Criadores apresenta ao público trabalhos de novos estilistas e revela talentos da moda. A proposta do evento é democrática, qualquer pessoa pode participar.

Gravei para a Tv Bandeirantes a primeira e a segunda edição como videorrepórter. Neste ano, eu e o Duca Mendes fizemos pela Seiseum e decidimos experimentar uma linguagem diferente do que realizamos nos anos anteriores. Decidimos focar na narrativa construída através das imagens sem sonoras e optamos por usar lettering que reforçam algumas informações do evento.
 

Se você está em busca de um evento para exercitar o olhar, anote na sua agenda: a quarta edição do Fashion Mob deve acontecer em dezembro de 2012.

Cultura TIKI

Inspirada nas tradições da Polinésia, a cultura tiki, com seus totens, máscaras, danças, muitas cores e flores, tem fãs espalhados pelo mundo todo. Os caras usam camisas floridas, as mulheres gostam do visual pin up e todos são embalados pelo hula-hula. Existem festivais que reúnem “tiki lovers” do mundo todo e o cineasta brasileiro Duda Leite documentou um desses eventos na Califórinia para realização do filme “Tikimentary – Em Busca do Paraíso Perdido”. O documentário mostra a trajetória do Tiki nos EUA e acompanha diversos personagens importantes, que resgatam e mantêm vivo o movimento.

Além do Duda, conheci a Isabela Casalino. Ela é estilista e abriu a primeira (e única) loja especializada em moda Tiki do Brasil. Passei por lá e gravei com essa dupla. Para mim, eles já podem ser considerados os embaixadores oficiais do Tiki em terras tupiniquins.

#vaila
Aloha Café
Rua Dronsfield, 359 – Lapa / São Paulo
www.alohacafesurf.com.br

#saibamais
www.tikimentary.com

Marcita, um amor!

A estilista Marcita Amores foi criada entre tecidos, linhas e máquinas de costura. O envolvimento com o universo da moda é coisa de família. O nome da loja não poderia ser mais apropriado: Amores. As peças são criadas artesanalmente e tudo é feito com muita paixão.

O lugar é bem intimista e pautas como essa são excelentes para o videorrepórter que se preocupa com os detalhes. O que mais me chamou atenção foi a combinação das cores que com pouca luz me proporcionaram um ambiente bonito e muito agradável. Quanto a personagem, mais simpática impossível.

Minhas cabeças são curtas, bem curtas. Gosto de fazer assim, é o modelo que encontrei para filtrar meu texto, usar somente o necessário e nesta videorreportagem eu precisava falar aquelas palavras: arte, moda, paixão e amor. Tenho sido bem objetiva nesse sentido e vou testando minhas participações nas vr’s como forma de assinar meu conteúdo com aquilo que eu realmente gostaria que vocês me vissem falando. Também crio a maioria das minhas aparições para apresentar a videorreportagem. Falarei mais disso depois. Agora, vamos a parte boa deste post, assista e se delicie! :)

Moda GG e outras coisas

Em 2009 gravei uma matéria num ensaio fotográfico de modelos plus size, tudo foi organizado pela jornalista Renata Vaz que também é editora do blog Mulherão. Não imaginei que aquela matéria tivesse tanta repercussão e que o movimento das gordinhas, ou melhor, das “mulheres grandes” (forma como preferem ser chamadas as modelos que conheci) fosse dar tanto pano pra manga. E deu. Dois anos depois lá vou eu gravar outra matéria com a mesma galera e dessa vez num evento bem maior, o Fashion Weekend Plus Size.

Achei bacana a união das meninas e elas conseguirem sobreviver felizes diante do massacre da moda voltado para os manequins 38 e da crueldade da sociedade que exige medidas perfeitas-cada-vez-menores principalmente para as mulheres. Se você for homem e estiver acima do peso, ok. Se for mulher, morrerás sozinha na balada. É mais ou menos assim que funciona.

No mundo das mulheres grandes, pelo menos o pouco que conheci gravando ali com elas, me senti confortável com o meu peso. Sempre fui mais para gordinha do que para magrinha. Mesmo na minha época magriçinha eu não entrava numa calça 38 se ela não tivesse lycra. 90% de lycra. Depois subi para o 40, 42, 44. Adoeci na sociedade. Morri na balada. Ressucitei e voltei para o 42. Confesso que faço força, bastante força, para chegar novamente no quarentinha. E ainda assim eu serei considerada uma anomalia por causa dos peitos que não cabem (e nunca caberão!) num 42, quem dirá num 40. E quem usa acima de 44, de acordo com o padrão globo de qualquer coisa, está fadado ao fracasso.

Chega de tricô, vamos ao que interessa: a videorreportagem.

Algumas imagens dessa matéria foram feitas com a Canon 60D, o grosso foi captado pela Panasonic HVX 200. Vocês percebem a diferença? A textura, a profundidade, o foco. Confesso que eu gravaria uma matéria dessas só com a Canon se eu tivesse um mic Rode. Aliás, bom tocar nesse assunto, o áudio é a principal dificuldade de gravar videorreportagens e documentários sozinho com as Canon.

De acordo com a minha pouca e questionável experiência, fazer videorreportagens com o mic Rode e uma Canon é o melhor negócio, até então. Quanto a qualidade do produto final, não é “tão tão” quanto o ZOOM H4n MAS com ele você precisará de um operador de áudio A NÃO SER QUE a sua pauta seja muito tranquila e você possa fazer mais de mil coisas com calma, sem precisar de prontidão imediata do equipamento e sem surtar. E prepare-se para ficar bem tranquilo na ilha de edição também sincando áudio e vídeo. Palavra de quem passou por isso recentemente.

Ta aí um vídeo bacana com testes de áudio na Canon com esses mics que citei, vê só:

E, por fim, a matéria no Fashion Plus Size, afinal de contas, eu vim aqui só para postar isso e creio que você também chegou até aqui para ver isso. :)

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