As câmeras HDSLRs me aproximaram da produção cinematográfica e facilitaram (muito!) o modo de fazer documentários. A relação com o personagem, o clima intimista, a agilidade são conquistas das DVs. A qualidade técnica e cinematográfica é mérito das HDSLRs. Trata-se de um conjunto de fatores que só quem está por trás das câmeras sabe.
Para fazer este webdoc eu e o Duca Mendes utilizamos pouca coisa: 1 Canon T2i, 1 Canon 60D, 1 lente Canon 50mm 1.8, 1 lente Canon 18-55mm 3.5, 1 mic Rode Ntg2. Ou seja, não teve parafernálias e essa lista é bem barata. Fomos a essa manifestação com a intenção de exercitar o nosso olhar, de descobrir como é produzir um registro documental em um lugar que nos proporciona o que mais gostamos de registrar: pessoas.
Na minha bagagem, carrego quatro documentários feitos com baixíssimos orçamentos, realizados através de leis de incentivo a cultura. São curtas que me deram muitas alegrias em festivais de cinema no Brasil, nos EUA e na Europa. Trabalhei sozinha no processo de captação, reportagem, roteiro e edição, segui um estilo que donominei “videorreportagem documental”. MAS durante as gravações sentia o peso do vídeo e isso me incomodava. Em 2009 tudo mudou. Com as HDSLRs, meu mundo de produção audiovisual mudou. Percebam a diferença.
Barba e cabelo à moda antiga.
A dança burlesca pode ser diversão ou profissão e a bailarina Shaide Halim garante: qualquer mulher é capaz de montar uma bela performance.
Em 1995, Carlos Keffer começou sua coleção com bonecos inspirados nos clássicos do cinema. Tomou gosto pela coisa e hoje é o maior colecionador de Barbie’s do Brasil.