A estilista Marcita Amores foi criada entre tecidos, linhas e máquinas de costura. O envolvimento com o universo da moda é coisa de família. O nome da loja não poderia ser mais apropriado: Amores. As peças são criadas artesanalmente e tudo é feito com muita paixão.
O lugar é bem intimista e pautas como essa são excelentes para o videorrepórter que se preocupa com os detalhes. O que mais me chamou atenção foi a combinação das cores que com pouca luz me proporcionaram um ambiente bonito e muito agradável. Quanto a personagem, mais simpática impossível.
Minhas cabeças são curtas, bem curtas. Gosto de fazer assim, é o modelo que encontrei para filtrar meu texto, usar somente o necessário e nesta videorreportagem eu precisava falar aquelas palavras: arte, moda, paixão e amor. Tenho sido bem objetiva nesse sentido e vou testando minhas participações nas vr’s como forma de assinar meu conteúdo com aquilo que eu realmente gostaria que vocês me vissem falando. Também crio a maioria das minhas aparições para apresentar a videorreportagem. Falarei mais disso depois. Agora, vamos a parte boa deste post, assista e se delicie!
Memorável e fabuloso, essas podem ser as palavras que exemplificam a segunda edição do Rock Sinfônica, projeto idealizado pelo jornalista e músico Kid Vinil. A apresentação junta a banda de rock Dr Sin com a Orquestra Sinfônica de São Paulo. Eles tocam clássicos do rock desde a sua origem, passando por diversos estilos e bandas, o que proporciona uma experiência educativa, afinal, Kid Vinil narra a história do gênero e revela curiosidades sobre a música.
Making Of
Gravar essa matéria sozinha não foi tão simples pela quantidade de músicos no palco. Nos shows “normais” a gente consegue fazer aquele truque com as imagens mais fechadas para momentos específicos de insert, sem comprometer o sync da edição. Neste caso, a cabeça do videorrepórter precisa pensar como editor o tempo todo, é necessário ter imagens bonitas para dar dinâmica na edição do sobe som e fazer aquela “mágica” para quem assiste pensar que você gravou com duas câmeras.
Em pautas como essa, tudo acontece muito rápido: entrevistas, posicionamento dos cinegrafistas para gravar imagens do show, entrada do público. Por isso, quanto mais ágil o videorrepórter estiver, melhor. Quanto menos coisa para carregar, melhor. Não levei tripé pensando nisso e o que me salva nessa correria é o monopé. Jamais saio só com a câmera não mão, até porque eu estava com uma HVX 200 da Panasonic e ela não é leve.
Uso o monopé para fazer as cabeças também, reparem. Seguro a câmera pelo parasol, meio louco, não?! Mas é assim que funciona comigo. Acho legal a câmera na mão, mas prefiro os quadros mais centrados para a maioria das pautas que gravo. Sigo um estilo mais documental e uso a câmera na mão em momentos pontuais, onde acredito que a linguagem interfere na mensagem e ela se faz completamente necessária.
Ah! Fiquei posicionada na lateral porque de frente para o palco eu não conseguiria imagens muito próximas, mesmo com o zoom. Quem já esteve na Sala São Paulo sabe como o lugar é grande. Por isso, preferi me posicionar na lateral e garantir imagens mais fechadas.
Aguardarei ansiosa pela próxima edição do Rock Sinfônica.
O The Clock é um bar temático dos anos 50 e 60 e também funciona como escola de dança rockabilly. Taí uma dica para quem quer fazer um programa diferente na noite de São Paulo. Não precisa ser um amante dos anos dourados e nem se arriscar na pista de dança. O bar agrada geral. É claro que se você curte esse estilo, vai gostar ainda mais do lugar e querer voltar.
Antes das apresentações das bandas, que por sinal são muito boas, rola uma aulinha básica de dança. Fora isso, a comida é excelente, provei um sanduba gigantesco com cebolas caramelizadas e um tempero “segredo da casa” que me deixou felizinha, viu! Ah, pode comer tudinho que depois você queima as calorias na pista.
www.theclock.com.br
Rua Turiassú, 806. Tel 3672.0845
Uma das noites mais animadas de Nova York é comandada pelos brasileiros do Forró in The Dark no Nublu. Basta passar na porta da balada para notar a movimentação e a animação da galera. A banda faz um estilo “forróck”, interessante pela mistura de instrumentos e ritmos. É forró para gringo ver e dançar! Ou ao menos…tentar…