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		<title>Playboy 35 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 18:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolthome</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A festa de comemoração dos 35 anos da revista masculina de maior circulação no Brasil aconteceu na Hípica, no Rio de Janeiro, e reuniu convidados de todas as espécies. De Cléo Pires (a estrela) a Larissa Riquelme (que roubou a atenção da imprensa por usar um vestido que deixava boa parte do seu corpo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A festa de comemoração dos 35 anos da revista masculina de maior circulação no Brasil aconteceu na Hípica, no Rio de Janeiro, e reuniu convidados de todas as espécies. De Cléo Pires (a estrela) a Larissa Riquelme (que roubou a atenção da imprensa por usar um vestido que deixava boa parte do seu corpo a mostra), todo mundo passou por algum desconforto em determinado momento da festa.  Sem dúvidas, a imprensa sofreu consideravelmente.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Playboy 35 anos por Carol Thomé, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4885573751/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4142/4885573751_230d23610b.jpg" alt="Playboy 35 anos" width="500" height="280" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O momento da chegada da Cléo Pires, capa da edição de 35 anos da revista, causou alvoroço e desorganização. Fotógrafos e cinegrafistas brigavam por um lugar perto da atriz que ficou apenas alguns minutos atendendo a imprensa. O mais perto que cheguei da moça foi na passagem dela pelo tapete vermelho (sim! tinha um tapete vermelho que quase derrubou Cléo na sua entrada triunfal!) e ela disse: &#8220;Oi Portugal!&#8221;. Então tá.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Playboy 35 anos por Carol Thomé, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4885573297/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4093/4885573297_899f292f10.jpg" alt="Playboy 35 anos" width="500" height="283" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Já os ex-BBBs foram super solícitos. Conversaram com todo mundo, posaram para fotos, desfilaram seus modelitos modernosos e esbanjaram simpatia. Perguntei para a Lia Khey quem ela gostaria de rever numa próxima edição da Playboy e ela respondeu: &#8220;Eu! A loca!&#8221;. Nessa mesma onda foi a Nana Gouvea, recordista brasileira em posar nua para revistas masculinas, ela não quer parar por ai e deixou bem claro que toparia ser fotografada mais uma vez.</p>
<p style="text-align: left;">Os flashes foram disparados em alvo certo: Larissa Riquelme. A paraguaia que será capa da edição de setembro da Playboy, chegou em um vestido desenhado por ela mesma, uma espécie de odalisca com yemanjá, não entendi direito. Alegre, a modelo era só sorrisos para imprensa e convidados. Conversei com ela (muito querida por sinal) e adivinhem onde foi parar meu celular?</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Playboy 35 anos por Carol Thomé, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4886262492/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4119/4886262492_2c9e67e6d3.jpg" alt="Playboy 35 anos" width="500" height="250" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Ah, &#8220;conheci&#8221; a mulher filet. Eu não sabia até então que nossas mulheres poderiam ser destaques em outras &#8220;categorias&#8221; que não fossem as já famosas frutas. Fiquei um pouco tímida em conversar com a moçoila que fez poses vibrantes (!?) na tal da parede da fama, onde os convidados eram fotografados.</p>
<p style="text-align: left;">O casal mais bonito, comportado e educado foi Ricardo Pereira e sua respectiva. Creio que eles foram embora cedo da festa. Ah, encontrei o pessoal do Programa Pânico, a equipe do Charles Henrique. Tão fofos.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Playboy 35 anos por Carol Thomé, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4886177159/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4094/4886177159_d732dea07a.jpg" alt="Playboy 35 anos" width="300" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Do mais tinha ex-namoradas de jogadores de futebol, ex-modelos, ex-dançarinas. Todas já tinham sido clicadas para a revista. Eu me senti fora da casinha em alguns momentos mas fiquei firme e forte até o babado máximo da noite: convidados e imprensa tiveram seus pertences roubados. Isso mesmo gente, rou-ba-dos. Isso porque a festa era só para convidados, ou melhor, convidadíssimos. Enfim, era o toque de recolher. Assistam e comentem a matéria abaixo, apesar de tudo, foi maneiro, como diriam os cariocas&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nW1wGJUEat4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/nW1wGJUEat4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>CineTela BR &#8211; 5 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 21:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolthome</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cinetela BR é daqueles projetos que a gente sonha em fazer. E permito-me cair na mais perversa das vulgaridades dos clichês e afirmar: sonho que se sonha junto torna-se realidade. Lais Bodanzki e Luis Bolognesi eram namorados em 1995, já tinham produzido alguns curta-metragens, mas não sabiam onde exibi-los. A solução foi juntar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Cinetela BR é daqueles projetos que a gente sonha em fazer. E permito-me cair na mais perversa das vulgaridades dos clichês e afirmar: sonho que se sonha junto torna-se realidade. Lais Bodanzki e Luis Bolognesi eram namorados em 1995, já tinham produzido alguns curta-metragens, mas não sabiam onde exibi-los. A solução foi juntar os filmes  feitos por eles e por alguns amigos, colocar numa Saveiro junto com um projetor de 16 mm, e sair pelas periferias de São Paulo fazendo algumas apresentações. Nasceu o Cine Mambembe.</p>
<p>O projeto cresceu, virou um documentário e tornou-se mais profissional por conta da reformulação da estrutura. Seja com as salas de cinema itinerante, com as salas das oficinas ou com as salas virtuais do Portal, o projeto <a href="http://www.telabr.com.br">Tela Brasil </a>viaja cada vez mais longe para ficar mais perto de quem quer conhecer o cinema.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XTu9Jzoq88Q&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XTu9Jzoq88Q&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>40 anos de Glória</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 22:36:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Glória Pires nem chegou aos cinquentinha mas já completa quarenta anos só de carreira. E para comemorar (e memorar!) foi lançada sua biografia “40 Anos de Glória”, escrita por Eduardo Nassife e Fábio Fabretti. O Eduardo me contou que o projeto começou em 2001 e que ele pensa em fazer uma continuação daqui uns dez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Glória Pires nem chegou aos cinquentinha mas já completa quarenta anos só de carreira. E para comemorar (e memorar!) foi lançada sua biografia “40 Anos de Glória”, escrita por Eduardo Nassife e Fábio Fabretti.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.videorreportagem.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Imagem4.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-178" title="Coletiva de lançamento do livro &quot;40 Anos de Glória&quot;" src="http://www.videorreportagem.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Imagem4-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>O Eduardo me contou que o projeto começou em 2001 e que ele pensa em fazer uma continuação daqui uns dez anos, que poderá ser um documentário. Glória não sabia das suas intenções cinematográficas mas pareceu gostar da idéia.</p>
<p>Eu e o Otávio Mesquita fizemos a matéria sobre o lançamento do livro em duas partes, ele foi até a noite de autógrafos e eu fui para a coletiva. Tudo o que rolou, você vê <a href="http://videos.band.com.br/v_63935_40_anos_de_gloria.htm">aqui!</a></p>
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		<title>Museu do Computador</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:37:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nerds de plantão, atenção! Em São Paulo existe um lugar no meio da parafernália da Santa Ifigênia chamado Museu do Computador. A primeira vista você pode achar que é mais uma daquelas lojas de informática que compra e vende produtos usados, mas logo você repara que as peças são raras e quem as observa esboça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nerds de plantão, atenção! Em São Paulo existe um lugar no meio da parafernália da Santa Ifigênia chamado Museu do Computador. A primeira vista você pode achar que é mais uma daquelas lojas de informática que compra e vende produtos usados, mas logo você repara que as peças são raras e quem as observa esboça curiosidade no olhar.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Museu do Computador por Carol Thomé, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4787939687/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4078/4787939687_bcbb8c4868.jpg" alt="Museu do Computador" width="350" height="263" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com cerca de 12 anos de existência, o museu expõe cerca de 60 peças como um main frame da década de 70, pesando 500 quilos, um mouse de madeira, o primeiro portátil Osborne, com 12 quilos e 48 KB de memória e o primeiro Mac.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Museu do Computador por Carol Thomé, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4788535492/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4123/4788535492_26a55c3b46.jpg" alt="Museu do Computador" width="350" height="263" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Gravei uma videorreportagem lá com o José Carlos, curador do museu. Ele contou sobre sua paixão pela tecnologia e como surgiu a idéia de montar um espaço que pudesse guardar um pouco da história e mostrar a evolução dos computadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Há diversas curiosidades no lugar e me chamou bastante atenção o primeiro mouse feito de madeira e as placas de memória que eram produzidas artesanalmente por mulheres, por serem peças delicadas e precisarem de muito cuidado durante o processo de fabricação.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Museu do Computador por Carol Thomé, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4788539168/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4094/4788539168_08f55da43c.jpg" alt="Museu do Computador" width="350" height="263" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Museu do Computador fica na Rua dos Andradas, 237, na Galeria Continental, loja 574 e corredor, em Santa Ifigênia. O horário para visitação é de segunda à sexta, das 10h às 17h, e aos sábados, das 10h às 14h. O ingresso custa R$ 2, ou R$ 5 com a opção de monitoria. Não há meia entrada. Durante a semana, o Museu também aceita visitas de grupos escolares, com agendamento prévio.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (11) 4666-7545 ou pelo site www.museudocomputador.com.br.</p>
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		<title>VR (anti)social</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 04:48:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O videorrepórter tem alguns privilégios em relação a uma equipe como por exemplo a agilidade e a intimidade com o entrevistado. Esses dois fatores, na minha opinião, são determinantes na qualificação do formato e do profissional. Se o videorrepórter trabalha bem essas duas vertentes, ele pode ter uma matéria diferenciada no mercado do lugar comum. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O videorrepórter tem alguns privilégios em relação a uma equipe como por exemplo a agilidade e a intimidade com o entrevistado. Esses dois fatores, na minha opinião, são determinantes na qualificação do formato e do profissional. Se o videorrepórter trabalha bem essas duas vertentes, ele pode ter uma matéria diferenciada no mercado do lugar comum.</p>
<p>O problema é quando a pauta é social. Festas, eventos e famosos sempre estão em alta na mídia. É impressionante como fofoca vende bem e paga mal. E por se tratar de um mercado que funciona sob essa perspectiva, a procura por abelhas para realizar esse tipo de matéria é emergente. Vou dizer&#8230;não é furo, é furada!</p>
<p>A chance do videorrepórter se dar mal em pautas sociais é grande. Geralmente as coisas acontecem muito rápido e enquanto a equipe tem um produtor para ficar de olho nos entrevistados (e até mesmo puxá-los para frente das suas câmeras se for preciso), o videorrepórter fica refém do acaso.</p>
<p>Enquanto você faz uma entrevista, perde três. É mais ou menos assim que funciona. Sem contar que quando você vai fazer as imagens de insert, a festa acabou. E no &#8220;bololô&#8221; para conseguir uma sonora de um famoso, você briga sozinho pelo seu espaço. Enquanto isso, as equipes tem times de três, quatro e até oito pessoas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4503776794/" title="Tentando entrevistar Glória Pires no Festival Melhores Filmes Sesc 2010"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2729/4503776794_e4ae95cdda.jpg" width="500" height="333" alt="Festival Sesc Melhores Filmes 2010"></a></p>
<p>Essas são algumas impressões das minhas experiências com esse tipo de pauta. Por sorte, sempre consegui amarrar as matérias, estabelecer um roteiro que cumpra o papel do que foi solicitado e para isso fui a primeira a chegar nos eventos e a última a sair. </p>
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		<title>Forró em NY</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 04:46:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma das noites mais animadas de Nova York é comandada pelos brasileiros do Forró in The Dark no Nublu. Basta passar na porta da balada para notar a movimentação e a animação da galera. A banda faz um estilo &#8220;forróck&#8221;, interessante pela mistura de instrumentos e ritmos. É forró para gringo ver e dançar! Ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das noites mais animadas de Nova York é comandada pelos brasileiros do Forró in The Dark no Nublu. Basta passar na porta da balada para notar a movimentação e a animação da galera. A banda faz um estilo &#8220;forróck&#8221;, interessante pela mistura de instrumentos e ritmos. É forró para gringo ver e dançar! Ou ao menos&#8230;tentar&#8230;</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FTIiSNSx6nY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FTIiSNSx6nY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Tv and Movie City Tour, NYC</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 04:41:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em cada esquina, um filme. A impressão que tive andando por Nova York foi de estar em uma grande locação. Não é a toa que a cidade é uma das mais filmadas do mundo. E para os aficcionados por cinema, uma boa dica é fazer o Tv and Movie City Tour, um passeio com guias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em cada esquina, um filme. A impressão que tive andando por Nova York foi de estar em uma grande locação. Não é a toa que a cidade é uma das mais filmadas do mundo. E para os aficcionados por cinema, uma boa dica é fazer o Tv and Movie City Tour, um passeio com guias extremamente especializados que nos mostram um monte de lugares que serviram como locações de filmes e seriados de televisão.</p>
<p>Se você quiser, eu te mostro um pouquinho dessa experiência fantástica que tive o imenso prazer de registrar nesta videorreportagem:</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EbLjcRSGk74&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EbLjcRSGk74&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Paragraph &#8211; workspace for writers in NYC</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 04:23:38 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os profissionais das letras geralmente esbarram nos mesmos problemas quando o assunto é o ambiente de trabalho. A maioria dos escritores que conheço tem seus escritórios em casa e enfrentam as mesmas dificuldades de concentração por conta dos barulhos e intervenções. Cachorro, telefone, marido. Como se não bastasse, ainda tem zilhões de outras coisas que interferem na rotina de quem trabalha em casa e precisa de silêncio para produzir.</p>
<p>A Paragraph, em Nova York, é um espaço destinado a esse tipo de profissional. As sócias tiveram a idéia de criar esse serviço na busca do lugar ideal para um escritor trabalhar. O ambiente é composto por várias mesas separadas por divisórias que permitem certa privacidade. Para se ter um espaço de trabalho ali, é preciso pagar uma mensalidade que varia de acordo com a flexibilidade do plano de horários escolhido. Assista a videorreportagem e conheça a Paragraph, o lugar mais silencioso que visitei em NYC.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BOX-ZnmUaco&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BOX-ZnmUaco&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Back Room, o bar secreto</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 04:21:10 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Nova York nada é o que parece ser. Descobri que um dos bares mais legais e curiosos da cidade é secreto e foi reduto dos mafiosos nos anos 20, época da Lei Seca nos EUA.</p>
<p>Foi difícil chegar até o lugar e, quando cheguei no endereço mal acreditei que o bar pudesse ser ali: uma portinha com escadas que te levam a uma espécie de subsolo, corredores sombrios e túneis que serviam como rotas de fuga. Enfim, eu estava no Back Room.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4436588962/" title="NYC.2010 por Carol Thomé, no Flickr"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4014/4436588962_aca2d1857c.jpg" width="500" height="375" alt="NYC.2010"></a></p>
<p>Muito charmoso, o local me conquistou de cara com vermelhos e velharias. O mais curioso é que na época da Lei Seca nos EUA, o Back Room vendia bebidas alcoolicas em xícaras, os clientes bebiam como se fosse café ou chás caso a polícia chegasse de surpresa no local. Por ter sido frequentado pela máfia americana, o bar tem rotas de fuga e conserva um clima particularmente misterioso.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/carolthome/4436588830/" title="NYC.2010 por Carol Thomé, no Flickr"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4003/4436588830_514760a29e.jpg" width="500" height="375" alt="NYC.2010"></a></p>
<p>Sem dúvidas, essa foi uma das matérias que eu mais gostei de fazer nesses últimos anos. Assistam e divirtam-se com o Back Room! <img src='http://www.videorreportagem.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uQzQlM-HbKc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/uQzQlM-HbKc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Deli, a padoca de Nova York</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 04:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolthome</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você pensa que os lanches da Bella Paulista são enormes e que as infinitas opções da Galeria dos Pães são matadoras, espere só para conhecer a Carnegie Deli e a Katz em Nova York. A famosa "padoca" do paulistano, são as Delis nova-iorquinas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você pensa que os lanches da Bella Paulista são enormes e que as infinitas opções da Galeria dos Pães são matadoras, espere só para conhecer a Carnegie Deli e a Katz em Nova York. A famosa &#8220;padoca&#8221; do paulistano, são as Delis nova-iorquinas.</p>
<p>Elas estão por todos os lados, em praticamente todas as esquinas. É impossível estar em NY e passar ileso pelas Delis. Escolhi duas das mais famosas para gravar uma videorreportagem especial.</p>
<p>A Carnegie Deli fica bem próxima ao Central Park e ao Carnegie Hall. Dá para notar que a localização é um reduto badalado da city. Portanto, não espere que os preços sejam camaradas mas pode botar a mão no bolso que vale a pena!</p>
<p><img class="alignnone" title="Sandy, Duca, eu e o Woody Allen" src="http://farm5.static.flickr.com/4064/4436578320_91e05f3015_b.jpg" alt="" width="459" height="344" /></p>
<p>O Sandy, sócio da Carnegie Deli, é uma figura! Gravar com ele foi extremamente divertido e a matéria rendeu bem. Ele me &#8220;ensinou&#8221; a comer o Woody Allen&#8230;isso mesmo!</p>
<p><img class="alignnone" title="Comendo o Woody Allen, conforme os bons costumes nova-iorquinos" src="http://farm5.static.flickr.com/4066/4443161989_7d398339f3_o.jpg" alt="" width="448" height="299" /></p>
<p>Quando você estiver em NYC vá comer o Woody Allen na Carnegie Deli! O lanche foi batizado com esse nome porque é o preferido do cineasta que sempre está por lá. Inclusive, a Carnegie Deli já foi locação de um dos filmes do Woody Allen&#8230;</p>
<p>E por falar em locação, fomos até a KATZ DELI. Aquela cena clássica do orgasmo na padaria, interpretada pela Meg Ryan no filme When Harry Met Sally foi gravada lá!</p>
<p><img class="alignnone" title="Katz Deli" src="http://farm5.static.flickr.com/4045/4439559987_5eb72a37aa_o.jpg" alt="" width="432" height="576" /></p>
<p>O Allan, dono da Katz, nos contou um pouco da história e tradição das Delis em NYC. Vale a pena experimentar o cachorro-quente do lugar, dizem que é o melhor da cidade.</p>
<p><img class="alignnone" title="Allan, eu e o famoso hot dog da Katz" src="http://farm3.static.flickr.com/2796/4436579392_54dab6ccde_b.jpg" alt="" width="442" height="332" /></p>
<p>A salsicha é artesanal, produzida lá mesmo e uma outra curiosidade da Katz é que eles prestam uma &#8220;espécie de serviço&#8221; que se chama &#8220;Envie um salame para seu filho na Guerra&#8221;. Bem, o nome já diz tudo.</p>
<p><img class="alignnone" title="Com Allan, gravando na Katz" src="http://farm5.static.flickr.com/4054/4436578642_3f75f0937d_b.jpg" alt="" width="448" height="337" /></p>
<p>Chega de blá blá blá e assiste logo a videorreportagem. <img src='http://www.videorreportagem.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GnaedgXF4Ts&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GnaedgXF4Ts&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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