Em Nova York os sonhos se realizam e é preciso registrar as sensações com fotos e vídeos. Por essas e outras, eu e o Duca Mendes levamos até câmera de supermercado para a Big Apple e gravamos sem roteiros nossos passeios.
Neste primeiro vídeo a gente faz um tour no Times Square, Broadway e Central Park. Sabemos que existem milhares de vídeos e reportagens sobre esses lugares mas ainda assim insistimos por acreditar que o olhar autoral e a essência intimista deste tipo de videorreportagem possa proporcionar uma experiência nova.
Usamos uma simpática Bloogie e uma cybershoot da Sony em alguns momentos. A maioria das imagens foram feitas com a 60D e a T2i, da Canon. Lentes básicas, 50mm sempre! Assista, comente, inspire-se e compre suas passagens para NYC o mais rápido possível.
Em 1995, Carlos Keffer começou sua coleção com bonecos inspirados nos clássicos do cinema. Tomou gosto pela coisa e hoje é o maior colecionador de Barbie’s do Brasil.
Um pesadelo bom. Assim defino a vertigem que é estar diante das obras deste casal. Talento de sobra, Fábio e Patrícia correm riscos despretensiosos em busca da foto que não é ideal.
A tecnologia facilitou muito a produção audiovisual nos últimos vinte anos. Surgiram as câmeras portáteis, depois vieram as câmeras mais portáteis ainda e a gente estava feliz com a portabilidade mas não se contentava com a qualidade. E então, em 2009 a Nikon lançou no mercado a opção vídeo na D90 e as HDSLRs transformaram o mercado da imagem em movimento.
Sim, transformação é a palavra para designar o momento que vivemos no audiovisual. Os fotógrafos passaram a ter uma experiência videográfica e os videomakers, por sua vez, uma experiência cinematográfica. Uma nova forma de produzir nasce com essas câmeras.
Elas são realmente revolucionárias. Possuem sensor extremamente sensível a luz, melhores do que uma filmadora. As lentes SLR são mais nítidas e mais versáteis, elas captam imagens de forma clara, com alto contraste e o resultado final é muito próximo da referência de imagem que temos das produções de cinema.
O vídeo a seguir mostra o making of de um comercial feito com as Canon 5D e 7D. Tudo bem que é uma campanha da própria Canon e pode soar tendencioso, mas muitos profissionais da imagem em movimento afirmam: é tudo verdade.
Vejam que eu insisto em dizer “profissionais da imagem em movimento”. Principalmente com o advento das HDSLRs no mercado de vídeo, o tal do “cinegrafista” é uma figura decadente. Ainda é difícil dimensionar as consequências deste processo. Fato é que surge essa nova classe do profissional que veio da comunicação, das artes, da fotografia, do cinema, da música e, de repente, até da gastronomia, turismo, medicina, sei lá. Todo mundo fazendo “imagens em movimento”. Instalações, curtas, webdocs, longas, documentários, ficção, videoclipes, institucionais, tudo, tudinho que se possa imaginar.
O resultado do produto final é encantador sem precisar de muito esforço. É necessário ter noções básicas de fotografia, um pouco de sensibilidade que no fundinho todo mundo tem e pronto! DO NADA (ou não), você VIRA (ou não) um profissional da imagem em movimento.
Luzes, câmera e ação não bastam. Esse é o meu mantra desde o boom dos vídeos feitos com HDSLRs, produções de todos os tipos e pirações que assisto diariamente no Youtube e no Vimeo.
É difícil categorizar essa nova safra e os próximos capítulos serão destinados a pilantragem e a punhetagem. Já vejo bastante gente exacerbada e ansiosa, querendo descobrir um caminho mercadológico para suas “criações audiovisuais”. Não se preocupem, os bons sobreviverão.