O mercado audiovisual mudou e muda, praticamente, a todo instante. Tanto para os produtores quanto para os consumidores. O telespectador está mais preparado para encarar uma linguagem informal e que não seja politicamente correta e extremamente careta da televisão nossa de cada dia.
Os produtores parecem felizes com a acessibilidade e a mobilidade dos equipamentos super fantásticos. Aquele papo todo que a gente carrega desde os anos 70, recalcado no surgimento do vídeo e nos questionamentos sobre o que é ou não cinema, isso tudo virou historinha para boi dormir e já faz tempo. Pelo menos é assim no meu mundinho audiovisual, revolucionado pelas HDSLRs.

“Falando do ponto de vista prático, conheço fotógrafos profissionais que embarcaram no mundo do vídeo por conta do avanço na tecnologia de gravação das HDSLR. Todos são unânimes em afirmar que uma nova gama de possibilidades se abriu para o registro fotográfico. A intercalação de fotografia e vídeo parece ser o futuro da cobertura de eventos, por exemplo. Talvez tudo isso seja uma grande evolução para a arte fotográfica, mas como tudo que é novo assusta um pouco, precisamos ter a capacidade de assimilar as mudanças, e não apenas criticar sem conhecer.” (http://meiobit.com/64610/filmagem-com-dslr-%E2%80%93-por-que-tanta-polemica/)
Ninguém mais precisa provar que as HDSLRs fazem excelentes vídeos e nos proporcionam uma experiência cinematográfica inquestionável e deliciosa. Existem inúmeros exemplos pelo mundo da utilização dessas câmeras no cinema e na televisão. Papo sério: as pessoas se apaixonam pelos resultados dos trabalhos.
É normal dizerem que “parece cinema”. Cada lente, uma viagem. O controle de profundidade de campo é muito maior do que as filmadoras profissionais. Gravar com a queridinha EOS 5D Mark II é quase similar a gravar com 35mm. Além disso, tem o fato da câmera ser pequena, o que pode ser usado a favor de um vídeo intimista. A luminosidade das lentes e o ISO também ajudam a proporcionar imagens com qualidade em ambientes com pouca luz.
Já vi, li e ouvi gente dizendo que não são câmeras para fazer cinema ou televisão. Ou seja, as câmeras mudaram e as discussões são as mesmas. Puta povinho chato viu. Por que não experimentar o novo? “Porque não!”, respondem os caras da tv que trabalham há mil anos na mesma emissora. “Porque não!”, respondem alguns cineastas formados pela arte de sobreviver da arte. E essa resistência os deixa no mesmo lugar de sempre, cada vez mais distantes da glória.
Carol, muito oportuno o seu post!!!
Já vi, mas ainda não usei as DSLR. To bem curioso! O resultado na tela é impressionante!!!
Quanto aos chatinhos de plantão, eles vão se render a essa revolução irreversível! Somo a revolução com as câmeras em mãos. Então, vamos produzir VRs!!!
To com saudades de vc e do Duca!
Bjs
Castilho! Obrigada pelo comentário e fica a super dica: compre uma DSLR, compre uma DSLR, compre uma DSLR…
Cara, conheci o seu blog hoje e dei de cara com esse post. Trabalho com evento e, semana passada, fazendo uma oficina de videografismo, dei de cara com as imagens captadas por uma HDSLR. Me apaixonei. Na boa, cheguei em casa com vontade de queimar todo meu equipamento e partir pra uma dessas! Repensei o queimar e substituí por vender rs Chegar aqui no seu blog me convenceu de vez a meter as caras.
Vi a reportagem sobre o fotógrafo do caos, adorei. Parabéns pelo trabalho. Vou continuar fuçando por aqui.
abs
Olha eu tenho uma HDSLR e por pouco q eu sei de camera ela é espetacular .. e sou fotografo Amador … tiro foto por rob .. queria dicas para virar um Prof..
bj parabens pelo trabalho . . =]
Para ver em ação: http://bit.ly/fKsWUm
Comercial “CASAMENTO – IGREJAS” da própria CANON.